quinta-feira, 11 de junho de 2009

DE MOLOQUE AO HAMAS


Os cananeus sacrificavam seus filhos a divindades pagãs, tais como Moloque, queimando-os num altar. Hoje, os palestinos lhes amarram explosivos em volta do corpo e os reduzem a pedacinhos. O conceito é o mesmo, apenas o método mudou.

Umm Nidal, mãe de um homem-bomba suicida, foi entrevistada por um jornal em idioma árabe sediado em Londres, denominado "Al-Sharq Al-Awsat". Primeiramente, ela descreveu aos repórteres como se encarava sendo mãe muçulmana:

Sou uma mãe compassiva para com meus filhos, e eles são compassivos para comigo e cuidam de mim. Por amor a meu filho [Muhammad], eu o encorajei a morrer como mártir por Alá... Jihad é uma obrigação incumbida a nós, e nós devemos executá-la.Eu sacrifiquei Muhammad como parte de minha obrigação.

Rezei do fundo do meu coração que Alá fizesse com que sua operação fosse bem sucedida.



Pedi a Alá que me concedesse 10 [israelenses] por Muhammad; ele atendeu meu pedido e Muhammad realizou seu sonho matando 10 colonos e soldados israelenses. Nosso deus o honrou ainda mais, pois muitos outros israelenses foram feridos.


Para mães cristãs e judias, bem como para os habitantes das democracias ocidentais civilizadas, uma devoção irracional a tal deus é incompreensível.


O sheikh Ibrahim Mahdi declarou na TV palestina: "Se Alá quiser ... Israel será apagado do mapa ... E trará bênçãos sobre aqueles que colocam um cinto de explosivos em si mesmos ou em seus filhos e detonam uma bomba no meio dos judeus. Esse é o Islã - e o Ocidente precisa estar ciente desses fatos".


FAZENDO O DEVER DE CASA



1 Comentários:

Às 11 de junho de 2009 18:07 , Blogger Rachel disse...

Mother, chocante!!! Assim a senhora me enche de orgulho!! Beijos mil!

 

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